Todo mundo quer fazer paródia da oração.
Eu também quero! Só não sei tocar nem cantar e nem gravar vídeos…

mas cada um se vira com o que tem…
Depois que o MEC adotou um livro de português que defende alguns erros gramaticais, o próximo passo vai ser adotar um livro de matemática que defenda diversos erros matemáticos:
Questão: O custo para a construção de um estádio é de R$ 705 milhões. Arredonde o número.
Resposta: R$ 1 bilhão.
***
Questão: Mano Menezes têm 1.800.000 seguidores no twitter. 50% deles acompanham as mensagens. Quantos seguidores lêem o que o mano escreve?
Resposta: Cerca de umas 10 ou 15 pessoas. Afinal, dos 50% restantes, metade é fake e a outra metade é corintiana e ainda não aprendeu a ler.
***
O Teorema de Pareto também está no livro. Ele serve para explicar o superfaturamento de grandes obras, a partir do princípio 80-20: 80% para a empreiteira, 20% para o político.
***
Questão: Em 2004 o governo de São Paulo começa a construir uma linha de metrô. A expectativa é que a linha esteja pronta em 4 anos. Em qual ano os paulistas vão poder usar a linha?
Resposta: Esta questão ainda não tem resposta.
***
Além da Sequência de Fibonacci (0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, etc…), o livro apresenta a novíssima Seqüência de Palocci (1, 20, 400, 8000, 160000, etc…), que consiste em multiplicar o valor por 20 a cada 4 anos.
***
Questão: Um estuprador estupra 5 mulheres por mês. A cada mulher estuprada ele ganha 500 manifestações de repúdio. Quantas manifestações de repúdio ele tem depois de um semestre?
Resposta: Essa questão é uma pegadinha! O repúdio só é gerado se o estuprador gozar. Não há problema quando se leva o estupro a sério.
***
Além de serem elevados ao quadrado e ao cubo, os valores também podem ser elevados à caixa 2. A diferença entre o resultado final e o valor inicial ninguém sabe direito onde vai parar e nunca é devolvida.
***
Cálculo diferencial e integral:
***
Bullying não é novidade nenhuma. O patinho feio já sofria na história de Hans Christian Andersen, publicada em 1843.
Então porque diabos virou moda falar mal do bullying só agora?
E a disputa continua acirrada no campeonato mundial de esconde esconde. Está sendo um ano de reviravoltas!
A psicóloga do porta-malas deixou claro que não é uma disputa para amadores, sendo precocemente encontrada. E hoje caiu outro forte competidor.
Competidores:
Lembrando da final do último campeonato mundial de esconde-esconde, do Monty Python:
Integração com o assunto: Prêmio especial pra quem achar a graça deste post!
Roteiro pronto, discurso minuciosamente ensaiado… aliás, facilmente ensaiado: é sempre o mesmo, só trocando o locutor e o motivo. Faz parte de um circo hipócrita e demagogo que se repete a cada vez que uma notícia mais reverbante ataca a mídia…
Mas o foco aqui não vai ser as sensacionalistas novelas que as televisões e jornais criam. Eles não estão fazendo nada além de sua necessidade por sobrevivência: Precisam de ibope. E o mais sensacionalista é o que vai ganhar a atenção, em especial de um grupo imenso de demagogos que criticam enquanto simultaneamente assistem. A crítica é a chama que vai propagar o hype, que vai acender o ibope. É a base do sucesso do Big Brother: Ninguém pode gostar mas todos têm que assistir.
A demagogia nossa de cada dia é que alimenta essa grande indústria hipócrita, que nos cerca e nos entretém – e gostamos disso. É o discurso ecologicamente correto de quem apaga a luz na hora do planeta, mas deixa o ar condicionado ligado no hotel para encontrar o quarto fresquinho quando voltar.
Projetos prevêem detectores de metal nas escolas
Se confirmado o projeto de detectores de metais nas portas das escolas, a nova tabela periódica seria ensinada assim:
Isso tornaria muito mais fácil para os alunos, que teriam menos elementos para não aprender. Prossegue ainda o debate sobre a restrição ou não aos semi-metais.
Outros projetos incluem raio-x, restrição a materiais inflamáveis e embalagens contendo líquidos acima de 100ml e proibição de materiais das aulas de artes.
(Agradecimentos ao Guilherme por ter revisado minha tabela – Porra! Já faz 8 anos que eu não tenho uma aula de química!)
As pessoas só mudam por dois motivos: Ou porque são obrigadas ou porque esperam coisas melhores. Se elas se cansaram de algo, então elas mudam porque esperam algo melhor de algum outro algo para o qual elas estão indo. É a natureza humana. A humanidade é naturalmente nômade, apenas nos estabelecemos em alguns lugares por mais tempo por pura preguiça.
Mas mesmo parados, continuamos migrando:
E eu cansei.
Ziraldo é condenado por má administração de dinheiro público:
http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/04/ziraldo-e-condenado-por-ma-administracao-de-dinheiro-publico.html
Mas é muito maluquinho esse menino…
Primeiro temos o Tiririca contratando humoristas para assessores… Agora temos o Ziraldo condenado por mau uso do dinheiro público em um festival de humor… No Brasil nem as piadas mais podem ser levadas a sério…
Não sei daonde vêm essas modinhas. Por que essa necessidade das pessoas de se expressar através de adesivos em seus carros?
Em uma campanha recente da Porto Seguro, foram distribuídos alguns adesivos de “direção responsável”, que começaram também a se propagar por aí. Pronto: banalizou. Se os adesivos eram distribuídos livremente, qual o sentido de você usá-lo alegando que era um sujeito de direção responsável? Aquela bosta não ia te tornar uma melhor pessoa no trânsito e nem provar que você é um exímio motorista. Para uma campanha dessas ser suficiente astuta, só se o mimo fosse dado somente a quem passar por algum teste ou algo do tipo.
O carro mesmo de mamãe (que é o que eu uso de vez em quando) tem aqueles adesivos com uma imagem religiosa que também andaram se espalhando faz algum tempo. Como bom ateu, é evidente que duvido da eficácia sagrada de uso de um adesivo assim, especialmente depois de ver um carro capotado com tal enfeite. Se não me dá capacidades automotivas sobre-humanas, então não me interessa.
Mas tudo o que é piegas tende a evoluir. Aquelas mensagens “Claudiney a bordo” tão cafonamente colocada na traseira daquele Gol 96, por exemplo: Evoluiu ao ponto de não se contentar em falar só do Claudiney, mas em me informar um pequeno resumo de toda a família do nobre motorista. Alguns até colocam os nomes embaixo das pessoinhas mal-desenhadas, facilitando assim o trabalho de seqüestradores.
Ainda acho, porém que se você quiser realmente que todos na rua saibam o seu contexto familiar, seria legal você fazer algo mais direto. Fiquei pensando em como algumas famílias poderiam explicitar de forma mais didática sua história através desses adesivos:
Mas eu ainda acho que o mais legal que dá pra fazer com esses adesivos é uma guerrilha mesmo: